As indústrias de processamento de carnes de Santa Catarina (SC) – reconhecidas mundialmente como setor de excelência – estão vivendo uma situação de acentuada escassez de recursos humanos. A Associação Catarinense de Avicultura (ACAV), que reúne as empresas de abate e industrialização de aves, avalia que existam 3.400 vagas em aberto nos frigoríficos do Estado e mais de 15.000 no Brasil.
O presidente da ACAV, Clever Pirola Ávila, enfatiza que há um forte desequilíbrio entre a oferta de mão de obra qualificada e a demanda das indústrias. O dirigente expõe que o crescimento da economia Brasileira num ritmo de 5% ao ano está provocando o uso integral de recursos humanos disponíveis, principalmente no interior do País, onde estão localizadas as grandes unidades produtivas, não somente no setor de frigoríficos, mas em diversos setores da produção nacional.
Ávila assinala que, em face dessa insuficiência de força de trabalho, as indústrias frigoríficas estão investindo ou planejando investimentos na automatização e automação, incluída a robotização. "Na verdade, nos últimos dois anos estão sendo ampliados os investimentos neste campo, para amenizar os efeitos da falta de trabalhadores", acrescenta.
De acordo com a ACAV, a dificuldade de preenchimento de vagas nas indústrias de transformação da carne, em sua maioria, é de mão de obra masculina pelas características da atividade laboral operacional e de chão de fábrica. As vagas nas quais podem ser empregadas mulheres são preenchidas com mais facilidade.
O presidente Clever Ávila observa que existem fatores correlatos que influenciam na carência de recursos humanos nos frigoríficos: o mercado da construção civil está aquecido e disputa o mesmo nicho de mão de obra; a natural concorrência dentro do próprio segmento, face ao crescimento da área de alimentos e a preferência pelo trabalho informal das pessoas que recebem bolsas dos programas do Governo.
Alguns setores da economia brasileira querem a importação de trabalhadores de outros países, mas a ACAV não defende essa ideia: "Entendemos que esta prática poderá trazer outros fatores indesejáveis e por isso defendemos a automatização e a automação".
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Recursos investidos pela Embrapa em 2010 geraram lucro de R$ 18, 16 bilhões
Os recursos investidos na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em 2010 geraram um lucro de R$ 18,16 bilhões à sociedade. Como sua receita líquida foi de R$ 1,94 bilhão, para cada real aplicado foram gerados R$ 9,35 para a sociedade brasileira, segundo dados apresentados ontem (26/04/11), no aniversário de 38 anos da Embrapa, por seu presidente, Pedro Arraes. O levantamento levou em conta os impactos de 110 tecnologias e 140 cultivares desenvolvidas e transferidas à sociedade.
Entre as novas tecnologias apresentadas ontem, está a descoberta de uma mutação genética natural em ovelhas da raça Santa Inês, capaz de aumentar em até 82% a ovulação, fazendo com que as fêmeas tenham 58% mais crias. De acordo com a empresa, isso "pode beneficiar significativamente os sistemas produtivos e os agricultores familiares da Região Nordeste", que concentra o maior rebanho de Santa Inês do país.
Outra tecnologia que deve estar acessível à população em breve é a WebAgritec, uma ferramenta de internet que deve ajudar o agricultor e o profissional ligado ao setor no planejamento e acompanhamento de sua cultura. Após um trabalho de dois anos no desenvolvimento do sistema, a Embrapa está prestes a disponibilizar uma ferramenta de orientação sobre zoneamento, diminuindo os riscos da produção e viabilizando a aquisição de crédito rural, plantio, adubação, monitoramento, previsão, diagnóstico, com informações sobre pragas e suas consequências nas plantas em cada estágio, e multimídia.
Segundo o secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Eduardo Assad, que está cedido ao ministério pela Embrapa e ajudou a desenvolver o WebAgritec, a tecnologia, quando estiver disponível, poderá verticalizar a produção brasileira e tem várias vantagens: "É em tempo real, reduz os riscos, melhora as práticas agrícolas, reduzindo a necessidade de expansão de área e, consequentemente, diminui as emissões de gases de efeito estufa".
Elogiada por governos e organizações internacionais, por sua eficiência no desenvolvimento da agricultura tropical, a Embrapa, além de contar com 47 unidades distribuídas por todas as regiões e biomas brasileiros, já tem laboratórios virtuais nos Estados Unidos, na França, Inglaterra, Coreia do Sul e China, lançado este mês durante a visita da presidente Dilma Rousseff ao país. Ainda no exterior, um dos focos, segundo Pedro Arraes, é viabilizar uma troca mais ampla de tecnologias onde há cooperação técnica, como em Gana, Moçambique, Mali e no Senegal, na África.
Entre as novas tecnologias apresentadas ontem, está a descoberta de uma mutação genética natural em ovelhas da raça Santa Inês, capaz de aumentar em até 82% a ovulação, fazendo com que as fêmeas tenham 58% mais crias. De acordo com a empresa, isso "pode beneficiar significativamente os sistemas produtivos e os agricultores familiares da Região Nordeste", que concentra o maior rebanho de Santa Inês do país.
Outra tecnologia que deve estar acessível à população em breve é a WebAgritec, uma ferramenta de internet que deve ajudar o agricultor e o profissional ligado ao setor no planejamento e acompanhamento de sua cultura. Após um trabalho de dois anos no desenvolvimento do sistema, a Embrapa está prestes a disponibilizar uma ferramenta de orientação sobre zoneamento, diminuindo os riscos da produção e viabilizando a aquisição de crédito rural, plantio, adubação, monitoramento, previsão, diagnóstico, com informações sobre pragas e suas consequências nas plantas em cada estágio, e multimídia.
Segundo o secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Eduardo Assad, que está cedido ao ministério pela Embrapa e ajudou a desenvolver o WebAgritec, a tecnologia, quando estiver disponível, poderá verticalizar a produção brasileira e tem várias vantagens: "É em tempo real, reduz os riscos, melhora as práticas agrícolas, reduzindo a necessidade de expansão de área e, consequentemente, diminui as emissões de gases de efeito estufa".
Elogiada por governos e organizações internacionais, por sua eficiência no desenvolvimento da agricultura tropical, a Embrapa, além de contar com 47 unidades distribuídas por todas as regiões e biomas brasileiros, já tem laboratórios virtuais nos Estados Unidos, na França, Inglaterra, Coreia do Sul e China, lançado este mês durante a visita da presidente Dilma Rousseff ao país. Ainda no exterior, um dos focos, segundo Pedro Arraes, é viabilizar uma troca mais ampla de tecnologias onde há cooperação técnica, como em Gana, Moçambique, Mali e no Senegal, na África.
domingo, 24 de abril de 2011
Bacharel em Agroindústria: ONDE SE REGISTRAR, CRA, CRQ ou CREA?
A maioria de nós, alunos, ao término do curso téc. e Graduação indaga-se: onde devo me registrar como profissional e por que devo fazer isso? Em outros cursos é muito simples responder onde se registrar, porém no nosso a dúvida é tão grande que nem mesmo os conselhos se definem. Sem o registro o profissional não poderá atuar legalmente a sua profissão e caso o faça sem registro poderá responder por crime, pela atuação sem registro profissional.
- CREA, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia em seus textos diz: que o profissional em agroindústria deve se inscrever nele, já que pertence a classe de agronomia;
- CRA, Conselho Regional de Administração ressalta, que a gestão realizada pelo profissional de Agroindústria na administração das agroindústria o torna um administrador de empresas rurais, por isso este deve esta inscrito no CRA;
- CRQ, Conselho Regional de Química em suas atribuições, diz que todo o profissional que manipula ou acompanha etapas de reações químicas, analises laboratoriais, gestão de empresas de mesma característica de transformação da matéria prima, animal e vegetal entre outras atribuições, este está enquadrado como profissional Químico;
"No meu ponto de vista Nenhum deles esta errado, Pois dependerá da sua atuação como profissional que irá traça qual conselho deverá está inscrito. Porém, Sabemos que não funciona desse modo e temos que optar pelo que nos enquadra melhor e a qual segundo um documento exposto no mural da UFPB/CAMPUS III. O CFQ (conselho federal de química) regulamentou a entrada da Agroindústria no quadro de profissionais Químicos, já que o Téc. se encontra na listados profissionais Químicos DO CRQ 4. Mas, não o adicionou na lista de profissional em química o Bacharel em Agroindústria." diz: bacharel em Agroindustria Charllie's Alves de Queiroz
"Então, Nós Téc. em Agroindústria e Bacharéis em Agroindústria, somos Profissionais Químicos e é no CRQ do estado que você trabalha que terá de realizar seu registro, caso você ao longo do ano trabalhe em um outro estado, deverá ir ao CRQ do estado atual e solicitar a transferência de registro." ressalta Charllie's
Receita pão da Semana Santa
Confira uma receita diferente utilizada há gerações por uma família da Grande Florianópolis na época da Páscoa. 19/04/11 - TV Epagri - 3:42
Links referenciados
http://www.agrosoft.org.br/agropag/217797.htmsábado, 23 de abril de 2011
Cana-de-açucar resfria o clima
Boa notícia para o etanol brasileiro. Uma pesquisa feita por cientistas do Departamento de Ecologia Global da Carnegie Institution for Science, nos Estados Unidos, concluiu que a cana-de-açúcar ajuda a esfriar o clima. O estudo, publicado na segunda edição da revista Nature Climate Change, nova publicação do grupo editorial britânico, aponta que o esfriamento do clima local se deve à queda da temperatura no ar em torno das plantas à medida que essas liberam água e à reflexão da luz solar de volta ao espaço.
O trabalho, liderado por Scott Loarie, procurou quantificar os efeitos diretos no clima da expansão da cana-de-açúcar em áreas de outras culturas ou de pecuária no Cerrado brasileiro.
Foram utilizadas centenas de imagens feitas por satélites que cobriram uma área de quase 2 milhões de metros quadrados. Os cientistas mediram temperatura, refletividade e evapotranspiração, a perda de água do solo por evaporação e a perda de água da planta por transpiração.
"Verificamos que a mudança da vegetação natural para plantações e pastos resulta no aquecimento local porque as novas culturas liberam menos água. Mas a cana-de-açúcar é mais refletiva e também libera mais água, de forma parecida com a da vegetação natural", disse Loarie.
"Trata-se de um benefício duplo para o clima: usar cana-de-açúcar para mover veículos reduz as emissões de carbono, enquanto o cultivo da planta faz cair a temperatura local", destacou.
Os cientistas calcularam que a conversão da vegetação natural do Cerrado para a implantação de culturas agrícolas ou de pecuária resultou em aquecimento médio de 1,55º C. A troca subsequente para a cana-de-açúcar levou a uma queda na temperatura do ar local de 0,93º C.
Os autores do estudo enfatizam que os efeitos benéficos são relacionados ao plantio de cana em áreas anteriormente ocupadas por outras culturas agrícolas ou por pastos, e não em áreas convertidas da vegetação natural.
O trabalho, liderado por Scott Loarie, procurou quantificar os efeitos diretos no clima da expansão da cana-de-açúcar em áreas de outras culturas ou de pecuária no Cerrado brasileiro.
Foram utilizadas centenas de imagens feitas por satélites que cobriram uma área de quase 2 milhões de metros quadrados. Os cientistas mediram temperatura, refletividade e evapotranspiração, a perda de água do solo por evaporação e a perda de água da planta por transpiração.
"Verificamos que a mudança da vegetação natural para plantações e pastos resulta no aquecimento local porque as novas culturas liberam menos água. Mas a cana-de-açúcar é mais refletiva e também libera mais água, de forma parecida com a da vegetação natural", disse Loarie.
"Trata-se de um benefício duplo para o clima: usar cana-de-açúcar para mover veículos reduz as emissões de carbono, enquanto o cultivo da planta faz cair a temperatura local", destacou.
Os cientistas calcularam que a conversão da vegetação natural do Cerrado para a implantação de culturas agrícolas ou de pecuária resultou em aquecimento médio de 1,55º C. A troca subsequente para a cana-de-açúcar levou a uma queda na temperatura do ar local de 0,93º C.
Os autores do estudo enfatizam que os efeitos benéficos são relacionados ao plantio de cana em áreas anteriormente ocupadas por outras culturas agrícolas ou por pastos, e não em áreas convertidas da vegetação natural.
Mc lanche resiste por seis meses á decomposição, mostram fotos!
Veja a data nas fotos:
A americana Sally Davies (foto acima), 54, contou ao jornal britânico Daily Mail que ficou surpresa com a resistência de um McLanche Feliz à decomposição, como se ele estivesse desafiando a lei da natureza. Ela comprou o sanduíche na loja do McDonald’s mais próxima de onde mora em Nova Iorque no dia 10 de abril deste ano e o deixou exposto fora de casa. Seis meses depois, no dia 28 de setembro, como mostra uma sequência de fotos (acima), o fast food estava inteiro, sem nenhum bolor, como se fosse uma comida de plástico com brilho de acrílico.
“As batatas fritas e o pão murcharam um pouco, mas a aparência se manteve inalterada. A única mudança foi que o McLanche se tornou duro como uma rocha”, disse.
Sally informou que já no segundo dia estranhou o fato de o lanche não exalar nenhum cheiro. “E os meus cães perderam o interesse em saber o que havia na mesa onde eu tinha colocado o McLance.”
Ela disse que fez a experiência por curiosidade e não com o objetivo de fazer uma campanha contra o fast food. “Para mim, foi uma diversão, embora tenha achado o estranho o resultado da experiência.”
Daily Mail perguntou a um representante do McDonal’s se sabia que o McLanche não é biodegradável. A resposta foi que Sally montou uma farsa. Com informação e fotos do Mail Online.
Estrutura curricular!
A organização curricular está estruturada em três blocos – Introdutório, Fundamental e Conclusivo – que incorpora os três eixos do curso – Produção Agropecuária, Tecnologia de Alimentos e Comercialização e Gestão – que definem o conteúdo necessário à Formação do Bacharel em Agroindústria.
BLOCO INTRODUTÓRIO Primeiro contato com o objeto de estudo, conhecendo conceitos, definições e instrumentos que viabilizam a sua abordagem. A segunda fase desse bloco (20 período) inicia o estudo das cadeias produtivas.
BLOCO FUNDAMENTAL Aprofundamento no campo teórico e prático. O 30 período é uma fase de transição, uma vez que ainda apresenta conceitos e definições, ao mesmo tempo em que avança e aprofunda nos estudos da cadeia de produção de alimentos. Os demais períodos aprofundam os conhecimentos sobre as etapas de processamento (tecnologia), comercialização e gestão.
BLOCO CONCLUSIVO Compreende o trabalho final de graduação, sendo o momento em que o aluno demonstra sua capacidade de síntese em relação aos conhecimentos adquiridos durante o curso.
Período de integração !
O Curso de graduação em Agroindústria terá a duração mínima de 8 (oito) e máxima de 12 (doze) períodos letivos e será integralizado em 3.570 (três mil quinhentas e setenta) horas, distribuídas em conteúdos básicos profissionais e complementares (obrigatórios, optativos e flexíveis).
Competências, atitudes e habilidades!
- O Currículo do curso de Agroindústria deverá dar condições a seus egressos para:
- Acompanhar, orientar e supervisionar toda cadeia de produção de alimentos, incluindo: produção, seleção e tratamento da matéria-prima, processamento, conservação, controle de qualidade, armazenamento, distribuição e comercialização;
- Sugerir e adotar medidas que melhorem e mantenham a qualidade, produtividade e competitividade da produção agroindustrial de alimentos;
- Planejar e desenvolver processos de produção agroindustrial de alimentos
- Avaliar, conduzir e executar processos de abertura de unidades agroindustriais de alimentos;
- Empreender a formação de unidades agroindustriais de alimentos;
- Comunicar-se eficientemente nas formas oral, escrita e gráfica;
- Interpretar a realidade das organizações;
- Adaptar diferentes cenários e adotar conceitos modernos de gestão e novas tecnologias;
- Utilizar raciocínios lógico, crítico e analítico, operando com valores e formulações matemáticas e estabelecendo relações formais e causais entre fenômenos;
- Atuar de forma participativa e em equipe;
- Ter compromisso com a ética, a cidadania, a questão ambiental e a qualidade de vida;
- Buscar continuamente a informação e aprender através de seu próprio esforço.
Perfil do egresso no curso de Bach. em Agroindustria !
O Bacharel em Agroindústria é um profissional com sólida formação humanista, ética, crítica, reflexiva, gerencial, técnica e científica, que o capacita a Internalizar valores de responsabilidade social, justiça e ética profissional. Tem uma visão sistêmica da problemática agroindustrial, buscando soluções em respeito aos aspectos sociais, culturais, econômicos, tecnológicos e ambientais, no âmbito local, regional, nacional e internacional. Pode aplicar, adaptar e gerar conhecimentos em agropecuária, ciência e tecnologia de alimentos e métodos de gestão, tendo visão empreendedora e administrativa frente às organizações ou entidades voltadas principalmente para produção de alimentos. Atua em consonância com as demandas mundiais, nacionais e regionais das organizações, analisando criticamente, antecipando e promovendo suas transformações, podendo ampliar seus conhecimentos de forma independente e inovadora.
Identificação do curso !
Objetivo Geral
O curso de graduação em agroindústria tem como objetivo formar profissionais com conhecimentos sólidos em tecnologia, planejamento e gestão agroindustrial, para atuarem e/o empreenderem no campo tecnológico, administrativo, científico e de inspeção e fiscalização dos alimentos.
Objetivos Específicos- Desenvolver a percepção dos problemas do sistema agroalimentar;
- Desenvolver uma visão sistêmica do funcionamento das cadeias de produção agroalimentar;
- Estimular ações empreendedoras nas diversas atividades da cadeia de produção;
- Incentivar a pesquisa sistemática no desenvolvimento de novas tecnologias de processos e novos métodos de gestão;
- Incentivar a extensão como forma de inserir o aluno na realidade vivenciada pela comunidade;
- Potencializar no aluno a capacidade criativa para desenvolver soluções rápidas e simples;
Apresentação do curso de Bach. em Agroindústria
O curso de Bacharelado em Agroindústria foi criado em 2004. Inicialmente, tinha uma entrada com 30 vagas por ano, mas a partir de 2009 passou a oferecer duas entradas, primeiro e segundo semestres, e aumentou o número de vagas para 40 por semestre. Atualmente (período 2010.1) tem 173 alunos matriculados. Até o período 2009.2 graduou 24 bacharéis, os quais estão atuando em pós-graduação, empresas privadas e empresas públicas.
O Curso foi avaliado para fins de reconhecimento pelo Sistema de Avaliação da Educação Superior do Ministério da Educação e obteve nota 4 (a nota máxima é 5), com conceito BOM. Desta forma, o Curso teve seu reconhecimento através da Portaria nº 55, de 22 de janeiro de 2009, da Secretaria de Educação Superior.
Assinar:
Postagens (Atom)




